Horizonte, educação e comunicação
 
 
Internacional
 

25/06/2010 - Portugal, a caminho das Índias
Ponto de partida das expedições dos navegadores portugueses, a Torre de Belém, no rio Tejo, simbolizou a prosperidade da Era dos Descobrimentos, que dependia das rotas marítimas para o comércio com o Oriente

 

24/06/2010 - Austrália
Aliando alta tecnologia a um formidável senso de preservação ambiental, a grande ilha prepara a festa dos últimos Jogos Olímpicos do século. Mas Sydney, a reluzente megalópole, é apenas o ponto de partida para uma aventura cultura, histórica e geográfica pelo continente

 

24/06/2010 - Ait Bem Haddon: frágil herança
Com nove séculos de existência, a cidadela marroquina luta pela sobrevivência, baseada na união que caracteriza a sua gente

 

24/06/2010 - Um vôo lendário
Na rota da célere Aéropostale, companhia francesa de correios que ligava Europa, África e América Latina nas décadas de 20 e 30, é refeita por três franceses a bordo do hidroavião Catalina

 

24/06/2010 - Tunísia, um oásis no norte da África
É a Tunísia, um país do tamanho do Ceará, onde as rígidas leis do islã cederam ao exotismo dos mercados árabes e às praias paradisíacas. O liberalismo está estampado nos rostos das mulheres, sem o tradicional véu e no ousado vestuário dos mais jovens, depois que o país deixou de ser protetorado da França. Até a milenar tradição do povo nômade berber, primeiros habitantes da região que lutaram bravamente para manter sua cultura, está sendo substituída pela nova paixão do povo, o futebol

 

24/06/2010 - A conquista da Montanha da Morte
Depois de duas tentativas nos últimos anos, 72 dias enfrentando as mais variadas adversidades e o ar rarefeito, Niclavicz entra para o seleto grupo de alpinistas que driblaram a morte e conquistaram o K2, a segunda montanha mais alta do mundo

 

24/06/2010 - Praga, a terra de veludo
Depois de passar por momentos políticos difíceis, Praga, a capital da República Tcheca, comemora 10 anos de liberdade cultural e política e se transforma na maior fonte de manifestações artísticas do Leste Europeu

 

24/06/2010 - No reino de Nanuk
Acompanhe a expedição de um basileiro em busca de Nanuk. Este é o nome pelo qual os inuit, habitantes do Ártico, chamam o urso polar. Eles também o reconhecem como “o rei do gelo”, pois não existe outro animal que possa competir com seu tamanho e força em todo o Ártico

 

10/06/2010 - Das ruas à galeria
O grafite chegou a Paris como parte de uma cultura marginalizada e hoje é uma arte que conquista espaços nobres da capital francesa e do mundo

 

28/05/2010 - Karluk, trágica aventura no Oceano Ártico
As expectativas apontavam para o sucesso. Mas a expedição científica ao Ártico, a bordo do navio canadense Karluk, que partiu de Victoria, Colúmbia Brtiânica, na tarde de 17 de junho de 1913, entrou para a História como um dos mais dramáticos acontecimentos da época

 

28/05/2010 - O batismo segundo os etíopes
Em Lalibela, ao norte de Adis-Abeda, capital da Etiópia, dezenas de peregrinos da Igreja Cristã Ortodoxa realizam procissões em direção ao Rio Jordão durante as comemorações da Timkat, a mais importante celebração religiosa do país. Eles se encontram na igreja de Beta Ghiorghis, cravada dentro de uma rocha vulcânica

 

28/05/2010 - O Islã e as mulheres
Cerca de 1,3 milhões de pessoas no planteta são adeptas do Islamismo. Nosso repórter visitou um campo de refugiadas do Afeganistão, onde jovens e senhoras vivem em busca de uma sobrevivência mais digna

 

28/05/2010 - Eslovênia, a montanha do povo
Escalar o Monte Triglav, com seus 2.864 metros de altitude, é uma tradição que passa de pai para filho. Até o presidente da República e o primeiro ministro sobrem a montanha pelo menos uma vez por ano

 

14/05/2010 - De carona com o vento
A bordo de um motoplanador, Gérard Moss enfrentou as mais variadas condições climáticas e a burocracia de alguns países oara dar a volta ao mundo. Foram 100 de viagens e pesquisas para sobrevoar cinco continentes.

 

14/05/2010 - Sete Cumes: acima das nuvens
Quem teve a ideia de escalar os sete cumes, no começo dos anos 80, foram Dick Bass, milionário americano de 51 anos na época, e Frank Wells, de 50, então presidente dos estúdios Warner Brothers. Eles registravam no currículo pouca experi~encia em montanhas altas, mas eram fortes, tinham coragem, determinação e, sobretudo, dinheiro. América, Europa, África, Ásia, Antártida e Oceania são apenas seis. Mas Bass e Wells resolveram considerar a Amperica do Norte e América do Sul como continentes separados. Como não tinham muita noção da encrenca - nem da altura - em que estavam se metendo, convocaram os melhores alpinistas que conheciam

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