Horizonte, educação e comunicação
 
 
EDIÇÃO 160

Livres para Voar

Soltura de papagaios-de-peito-roxo na natureza, em Santa Catarina, ajuda na recuperação da espécie

foto:
A ave adulta, com pouco mais de 30 centímetros, é uma das responsáveis pela dispersão das sementes da araucária (Foto: André Dib/Pulsar Imagens)

Eles são dóceis, exuberantes e têm fácil adaptação com o ambiente humano, o que os tornou grandes vítimas do tráfico de animais. Além disso, a perda de hábitat, e de suas principais fontes de alimento, os colocou como uma das principais espécies ameaçadas de extinção no Brasil.

Essa espécie chegou a desaparecer em várias áreas de sua distribuição original, que vai do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul, no Brasil, e também em pequenas áreas isoladas do Paraguai e da Argentina.

Um censo coordenado pelo pesquisador da Universidade de Passo Fundo (RS), Jaime Martinez, acaba de ser divulgado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, contabilizando 3.920 indivíduos. O número é alentador, pois indica crescimento de mais de 1.000 indivíduos em relação à contagem realizada no ano passado. Porém, a espécie ainda é classificada como “vulnerável” na lista de fauna ameaçada do Ministério do Meio Ambiente.

Pelo censo, sabe-se que 93% das aves estão no território brasileiro, e mais da metade em Santa Catarina. O estado abriga quase um terço do remanescente de florestas com araucárias, ecossistema preferido da ave, mas que está reduzido a 3% da sua extensão original.

Quer conhecer mais sobre as ações de preservação para o papagaio-de-peito-roxo, ler a revista Horizonte Geográfico e o Anuário Brasileiro de Boas Práticas em Sustentabilidade, e não pagar nada por isso? Baixe a sua revista digital, ou peça o seu exemplar impresso em: http://www.edhorizonte.com.br/gratis/

Publicado em 09/11/2016


 
 
 
 
 
Loading


Anuncie Edição do Mês
Anuncie
 
 
 
 
     
 
© 2017 Horizonte, educação e comunicação. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo