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Amyr Klink nem sempre foi um senhor dos mares

Um dos principais velejadores do Brasil conta, em entrevista, sobre seu primeiro contato com o mar

foto: Família Klink/Divulgação
Amyr nasceu em 1955. Formado em Economia e pós-graduado em Administração de empresas, não pensava em ser velejador, por não ter conhecimentos técnicos e nem ser um bom nadador (Imagem: Família Klink/Divulgação)

Velejador, empreendedor, escritor, palestrante e fundador da revista Horizonte Geográfico, junto com Peter Milko. Amyr Klink ficou conhecido por suas expedições marítimas, geralmente solitárias.

Seu primeiro grande feito foi em 1984, quando, de 12 de junho a 19 de setembro, realizou a travessia, sozinho em um barco a remo, do oceano Atlântico. Foram sete mil quilômetros, saindo de Luderitz, na Namíbia, para chegar em Salvador, Bahia. “Chegar à Praia da Espera, na Bahia, foi o melhor dia da minha vida. Meu cálculo era levar 106 dias até lá, mas consegui em 100, remando sozinho”, lembra Klink.

Mas engana-se quem pensa que esta afinidade com as águas vem de berço. “Eu tinha entre dois e três anos de idade e meu pai nos levou para o Guarujá (litoral paulista). Eu tomei um tombo no mar; comi areia, bebi água e ele ficou muito preocupado, dizendo que para o mar eu não prestaria”, contou o velejador divertindo-se com a situação.

Klink estará hoje (3 de maio de 2016) no programa Face a Face, transmitido em rede nacional pela Bandnews TV, às 22h. Contará estas histórias e muitas outras sobre as suas aventuras de tirar o fôlego.

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Publicado em 03/05/2016


 
 
 
 
 
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