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Futuro do Brasil orienta o terceiro dia do Congresso GIFE

O evento foi aberto com a discussão “O Brasil que temos, o Brasil que queremos”, no dia 30 de março, e para encerra-lo o debate ressaltou “o Brasil que podemos”

foto: DIVULGAÇÃO/GIFE
"Há muitos anos viemos construindo parâmetros de governança, em parceria com o IBGC, como um guia e cursos. Mas sentíamos falta de um instrumento mais prático de auto-avaliação. O conjunto de indicadores busca elevar os padrões de governança do setor. E não olhando apenas institutos e fundações, mas qualquer associação. Esse é um processo em curso. Estamos apresentando um conjunto de indicadores, mas precisaremos testá-lo e aprimorá-lo. É quase que uma versão beta." - André Degenszajn, à direita, no último dia do congresso. (Foto: Divulgação/GIFE)

O terceiro e último dia de congresso refletiu sobre todos os debates e plenárias que aconteceram anteriormente. Deixou-se de lado a utopia e agora, com as conclusões geradas nos dias anteriores, debateu-se sobre o Brasil que podemos construir.

As mesas de discussão dividiram-se em: Investimento Social Privado (ISP) e sociedade civil, ISP e Governo e ISP e empresas. Ao final a plenária “Proposições para o presente” trouxe propostas para o investimento social privado no Brasil atual. Reunidos em mesas redondas, a ideia era ter um retorno sobre os assuntos levantados no congresso.

ISP e sociedade civil
Na discussão composta por Marcelo Furtado, diretor-executivo do Instituto Arapyaú, e Antonio Luiz de Paula e Silva, do Instituto Fonte, ficou entendido que apenas um modelo de projeto não é ideal. Cada um dos casos deve entender o que é melhor para as suas propostas, e que isso não qualifica de forma negativa a outra forma. Além disso, também ficou concluído que as doações também devem acontecer com mais frequência e de forma correta. Aumentando os recursos e a participação civil.

ISP e governo
Transparência, esta foi a palavra de ordem no debate. Ficou claro que precisa haver diálogo entre todas as partes para que projetos em benefício da sociedade se concretizem graças a parcerias público-privadas.

ISP para empresas
Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo e conselheira do GIFE, realizou uma palestra explicando o que as empresas devem fazer para efetivarem o investimento social privado.

Entender o momento do Brasil, pensando em lucro socialmente responsável, na manutenção do investimento social privado, a construção de compromissos com causas públicas e o fortalecimento da sociedade civil são os pontos básicos para que uma empresa tenha um projeto um impacto significativo e correto sobre as pessoas. Não tendo em vista apenas resultados palpáveis, mas a reeducação social.

Proposições para o presente
Para sintetizar todo o evento o Instituto Arapyaú, Fundação Lemann, TV Globo e o secretário-geral do GIFE, Andre Degenszajn, formaram a plenária de encerramento. Trazendo novamente os temas mais debatidos (inclusão do outro e diversidade, transparência em resultados e a crise política e econômica pela qual passa o País), e a importância do GIFE para eles.

O Congresso Gife
Principal encontro sobre investimento social no Brasil, realizado desde 2000, de dois em dois anos. Sua nona edição aconteceu de 30 de março a 1º de abril de 2016, na cidade de São Paulo. E eluciou o sentido publico do investimento social privado.

O congresso trouxe grandes nomes do empreendedorismo e da sociedade civil, que mostraram formas de alterar o triste cenário extremo do Brasil, através de investimentos cívico-culturais.

Veja como foi o primeiro e o segundo dia de congresso.

Publicado em 04/04/2016


 
 
 
 
 
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