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Guia convida pessoas à observar aves da Mata Atlântica

Publicação apresenta 927 espécies em mais de 1300 ilustrações. Ao mesmo tempo incentiva a observação de aves e explica como esta pode ser aliada à conservação da Mata Atlântica

foto: WCS/Divulgação
Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste (Imagem: WCS/Divulgação)

No dia 23 de novembro, às 19h, a Wildlife Conservation Society (WCS) e a Editora Horizonte, lançam o guia Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste, de Robert S. Ridgely, John Gwynne, Guy Tudor e Martha Argel. Com linguagem simples e todo ilustrado, o livro apresenta os ambientes da Mata Atlântica e os desafios para a sua conservação. Além disso, destaca todas as espécies de aves da região, com ilustrações, mapas de distribuição e textos que permitem sua identificação. O lançamento acontecerá na Livraria Cultura - Conjunto Nacional, em São Paulo, com a presença dos autores John Gwynne (EUA) e Martha Argel (Brasil).

Este é o segundo volume de uma série que aborda as aves de todos os biomas brasileiros. Desta vez, são apresentadas 927 espécies de aves da Mata Atlântica do Sudeste com ocorrência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do leste de Minas Gerais e sul da Bahia. A maioria das descrições é acompanhada de precisas ilustrações – são mais de 1300, feitas por renomados artistas especializados em aves, como Guy Tudor, o maior ilustrador de aves sul-americanas. Em suas 432 páginas, o livro traz informações dos ambientes, épocas e altitudes de ocorrência, características físicas, dicas para diferenciação de espécies semelhantes e breves descrições de comportamento e voz.

foto: WCS/Divulgação
Saíra sete cores (Imagem: WCS/Divulgação)

Entre as espécies apresentadas estão as saíras sete-cores (Tangara seledon) e de-lenço (Tangara cyanocephala), algumas das aves mais coloridas do Brasil. O festival de cores proporcionado por elas cativa e deslumbra aqueles que as encontram. Outra espécie que se destaca é a harpia (Harpia harpyja), também conhecida como gavião-real, a maior ave de rapina do Brasil e considerada a mais poderosa do mundo. De ocorrência rara, chama a atenção por seu enorme tamanho, mas é discreta e costuma ficar o tempo todo dentro da

foto: WCS/Divulgação
Tiê-sangue (Imagem: WCS/Divulgação)

mata. Como não tem medo de pessoas e raramente foge, esta espécie é vítima de caçadores e traficantes de animais, fator que agrava sua situação de vulnerabilidade, já ameaçada pela destruição florestal.

O Guia também apresenta ao público alguns mistérios, como a história do tietê-de-coroa (Calyptura cristata), hoje a ave mais “procurada” do Brasil, considerada como o sonho de muitos observadores. Passou 150 anos sem registro, até um casal ser avistado em 1996. De lá para cá, esse passarinho miúdo não foi mais visto. Especialistas acreditam que o desaparecimento da espécie está relacionado à destruição de seu ambiente natural.

Destacam-se, ainda, três espécies de papagaio – peito-roxo (Amazona vinacea), cara-roxa (Amazona brasiliensis) e chauá (Amazona rhodocorytha) – que são exclusivas da Mata Atlântica: “Por estarem entre as espécies que melhor representam a beleza desse bioma, por toda a ameaça que sofrem em decorrência da ação humana, e pelos desafios que apresenta sua conservação, escolhemos uma delas, o chauá, para nossa capa”, explica a ornitóloga e autora Martha Argel.

foto: WCS/Divulgação
Harpia (Imagem: WCS/Divulgação)

Preço subsidiado para disseminar a observação de aves
Com um formato compacto, considerado mais eficiente para o uso em campo, o preço sugerido do Guia é de R$ 69,00. Este valor, muito mais acessível que o de livros semelhantes, só foi possível graças ao patrocínio da Fundação Grupo Boticário e da Fibria, ao apoio do Legado das águas – Reserva Votorantim e às doações feitas por instituições e pessoas físicas à WCS nos Estados Unidos. O objetivo do preço subsidiado é estimular o interesse da população pela observação de aves no Brasil.

Desta forma, incentiva os leitores praticarem a observação de aves, ou “passarinhada”, até em áreas urbanas – em áreas verdes, praças perto de casa ou do trabalho, quintais, jardins e mesmo em varandas. Destaca, ainda, a atividade como uma prática para pessoas de qualquer idade e condição física. “Queremos mostrar como é fácil observar aves, e que isso pode ser feito em qualquer lugar. Essa atividade pode ser a porta de entrada para as pessoas começarem a apreciar a natureza nas cidades. Assim, teremos mais pessoas tomando atitudes em prol do meio ambiente”, conclui Martha Argel.

Mais informações pelo site www.edhorizonte.com.br ou pelo telefone (11) 3022-5599.


Ficha técnica:
Guia de Campo: Aves do Brasil – Mata Atlântica do Sudeste
Autores: Robert S. Ridgely, John A. Gwynne, Guy Tudor e Martha Argel
Artistas: Guy Tudor, Michael DiGiorgio, Dale Dyer, John Gwynne, Barry Van Dusen e Sophie Webb
Editora Horizonte
Nº de páginas: 432
Nº de ilustrações: 1300
Preço sugerido (versão em português): R$ 69
Mais informações: www.edhorizonte.com.br/loja
Contato: (11) 3022-5599

Lançamento do guia Aves do Brasil: Mata Atlântica do Sudeste
Quando: 23 de novembro de 2015, às 19h
Onde: Livraria Cultura – Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2.073 – Bela Vista – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3022-5599 ou www.edhorizonte.com.br
Evento para convidados

foto: WCS/Divulgação
Canário-da-terra - acima: macho, abaixo: fêmea (Imagem:WCS/Divulgação)

Sobre a Editora Horizonte
A Editora Horizonte é uma empresa de comunicação especializada em desenvolver estratégias e executar ações de comunicação por conteúdo para empresas que querem consolidar sua imagem de instituições socialmente responsáveis e ambientalmente sustentáveis. Ela edita a série Aves do Brasil desde 2010. Mais informações em www.horizontegeografico.com.br.

Sobre a WCS
A Wildlife Conservation Society (WCS) é uma ONG conservacionista global que tem atuado no Brasil desde a década de 1970, promovendo ações de conservação e manejo de recursos naturais baseadas em pesquisas científicas através de parcerias estratégicas com instituições públicas e sociedade civil. Em 2004 foi criada a WCS-Brasil que, desde então, coordena suas ações com foco especial em dois Biomas no Brasil: a Amazônia e o Pantanal. Em paralelo a suas ações em campo nesses biomas, a WCS-Brasil desenvolve o Projeto Aves do Brasil, com o objetivo de aproximar os brasileiros da notável avifauna do país, como forma de inspirar a sociedade e estimular iniciativas cidadãs de conservação de uma das maiores biodiversidades de aves do planeta. Para saber mais sobre a WCS-Brasil e seus projetos, visite: www.wcsbrazil.org

foto: WCS/Divulgação
João velho (Imagem:WCS/Divulgação)

Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.439 projetos de 482 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.  Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.  Internet www.fundacaogrupoboticario.org.br, www.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario

Sobre a Fibria
A Fibria, líder global na produção de celulose de eucalipto, possui 967 mil hectares de florestas, sendo 343 mil hectares (mais de 35%) de áreas de preservação e de conservação ambiental, onde são realizadas ações de proteção. As florestas conservadas servem de abrigo, área de reprodução e trânsito para 159 espécies consideradas vulneráveis ou ameaçadas de extinção. A biodiversidade é alvo de estudos e monitoramento que buscam conhecer, proteger e ampliar as espécies e as populações de fauna e flora nativas, bem como favorecer a qualidade ambiental. A Fibria possui um banco de dados relativo à biodiversidade com 738 espécies de aves, 133 de mamíferos, 2.192 de plantas e 76 répteis nas áreas da empresa. Mais informações em www.fibria.com.br

Sobre o Legado das Águas – Reserva Votorantim
O Legado das Águas é uma das maiores reservas privadas de Mata Atlântica do país, com 31 mil hectares. Localizada na região do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, a área vem sendo preservada pela Votorantim há mais 50 anos, com o objetivo de proteger as nascentes da bacia do Rio Juquiá, onde a companhia possui sete usinas hidrelétricas. Desde 2012, o Legado das Águas foi transformado em um polo de pesquisas científicas, parcerias acadêmicas e desenvolvimento de projetos de valorização da biodiversidade, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.

Por: Lead Comunicação

Publicado em 16/11/2015


 
 
 
 
 
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