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EDIÇÃO 154

Jornada ao norte extremo

Em Roraima, uma caminhada de sete dias em mata fechada conduz um grupo de exploradores ao monte Caburaí, o ponto mais setentrional do Brasil

foto: Foto: Keko Pascuzzi
A amplitude térmica vai de 38 graus durante o dia, para 10 graus à noite Foto: Keko Pascuzzi

A aproximação para o pouso é bastante incomum. Em meio a um gigantesco mar de árvores, desponta uma pequena abertura: é a comunidade Manalai, habitada por índios da etnia ingaricó, uma das muitas no extremo norte do Brasil. Improvisada sobre um gramado, a pequena pista recebe com segurança a nossa aeronave, um monomotor Minuano que decolou com o piloto e quatro passageiros de Boa Vista, a capital de Roraima, distante 300 quilômetros ao sul. As bagagens não nos acompanham – de carro, foram transportadas dias antes por terra até o município de Uiramutã, do qual Manalai faz parte.

O destino da nossa expedição é o monte Caburaí, no planalto das Guianas. Ele integra a serra Pacaraíma, da qual faz parte o monte Roraima, cartão-postal do estado e montanha envolta em mitos sagrados dos povos indígenas da região. Para os índios, as montanhas sintetizam o amor por este chão. O Caburaí, apesar de menos conhecido, ostenta um título exclusivo: o de ponto mais setentrional do território brasileiro. 

Confira a reportagem completa na edição 154.

Publicado em 13/08/2014


 
 
 
 
 
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