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EDIÇÃO 147

O sertão de Lampião: o mito do Nordeste sobrevive

Há 75 anos a cabeça de Virgulino Ferreira da Silva, o líder do cangaço, rolava no interior do Sergipe depois de quase 20 de perseguições. Mas o mito de Lampião sobrevive até hoje, e sua passagem deixou traços na paisagem e na cultura nordestina

foto: André Dib
Grupo Cabras de Lampião, de Serra Talhada (PE), cidade natal de Lampião, se apresenta em todo o Brasil difundindo o xaxado, dança que embalava as noites de Lampião e Maria Bonita Foto: André Dib

Amedida que nos afastávamos do litoral, as feições da Caatinga, a eventual trilha sonora do xaxado e a constante hospitalidade matuta davam o tom da nossa jornada em busca de histórias de Lampião perdidas pelo interior do Nordeste. A cada cidadezinha que cruzávamos na estrada, uma estátua de um casal altivo de chapéu, farda azul e escopeta em punho aumentava a certeza de que adentrávamos o cenário que marcou a saga do maior ícone do sertão de todos os tempos.

A ideia era revisitar a história de Virgulino Ferreira da Silva nas terras onde ele nasceu, cresceu, reinou com seu bando e foi morto, deixando um impressionante legado cultural inspirado em uma epopeia sangrenta. Mas entender as origens, as motivações e o peculiar código de ética desse complexo levante mostrou-se uma tarefa mais ardilosa do que podíamos imaginar. Em cada biografia, cada cordel, cada “causo” escutado, nos deparávamos com novas informações, cada vez mais intrigantes.

EXCLUSIVO ON-LINE

Os 75 anos da morte de Lampião
Assista ao filme Lampião, o rei do cangaço, realizado em 1936 pelo cinegrafista Benjamin Abrahão com Virgulino Ferreira, o Lampião, sua mulher, Maria Bonita e alguns cangaceiros de seu grupo. O filme foi proibido pela ditadura de Vargas em 1937, tendo sido reencontrado e restaurado em 1955.



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Publicado em 10/06/2013


 
 
 
 
 
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